Giuliano diz que Luan “Não desaprendeu a jogar” e defende companheiro: “ELE TEM MUITA QUALIDADE”

Na noite da última quinta-feira (30), Giuliano participou do programa “Esporte em Debate”, da Rádio Bandeirantes, e comentou sobre diversos assuntos relacionados ao Corinthians. O meio-campista defendeu o trabalho do técnico Sylvinho, disse que a equipe alvinegra está em um alto patamar e traçou o objetivo de classificação à Libertadores.

Além disto, o camisa 11 protegeu Luan, com quem formou uma dupla de sucesso no Grêmio. Giuliano disse que o camisa 7 chegou para ser a solução “num grupo que não estava preparado”, afirmou que ele “não desaprendeu a jogar” e rasgou elogios ao companheiro.

“Primeiro eu digo uma opinião de fora, que foi quando eu cheguei. O Luan chegou para ser a solução, mas ele chegou para ser a solução num grupo que não estava preparado, num grupo de muitos jogadores jovens, sem uma base, sem uma forma tática de jogar, sem um sistema, e ficou muito difícil, muito pesado para ele. Então ele não conseguiu render aquilo que ele rendeu no Grêmio, o que ele rendeu jogando comigo”, argumentou o jogador.

Eu conheço a qualidade do Luan e ele não desaprendeu a jogar. O momento que ele veio, ele não conseguiu ter o mesmo desempenho que ele teve no Grêmio porque a equipe também não estava encaixada como ele tinha um encaixe no Grêmio. Então parte desse ponto. Agora com a chegada de novas contratações nessa posição, ele tem perdido espaço, mas ele tem treinado muito bem, tem se dedicado, está se esforçando, tem crescido. Ele cresceu tecnicamente nos treinamentos com a chegada de todo mundo.”

“Uma questão opcional é a questão do treinador. Nesse momento ele não tem sido utilizado mas ele continua sendo importante para o grupo. Então eu vejo ele com potencial, ele tem muito potencial e eu acredito no futebol dele porque eu trabalhei com ele durante dois anos e eu vi ele fazendo coisas que dificilmente outro jogador conseguiria fazer.”

Ele tem muita qualidade, ele precisa se esforçar, se dedicar e mostrar para o treinador ‘eu estou aqui, eu quero jogar e conta comigo’. E quando ele tiver oportunidades, seja de dez, 15, 30 (minutos), um jogo, que ele possa aproveitar e possa render. Acho que agora da maneira como nós estamos, tecnicamente, taticamente organizados, ele entrando nessa equipe vai estar mais livre para poder desempenhar um bom futebol”, encerrou.